
É difícil não ver o quanto o mundo é subjetivo!
A forma de ver a vida e as pessoas é o que faz toda a diferença entre felicidade e tristeza, união e solidão, liberdade e prisão (prisão vai além da prisão física, é mental, a liberdade deve acontecer primeiro em seu coração e sua mente a física é só a transparência do que se é).
Posso dizer então que as águas claras de Bonito abriram meus olhos pra felicidade, não aquela euforica e momentânea que idealiza a perfeição mas aquela em que se reconhece como perfeito até os defeitos e aceita a condição humana, o finito a partir de então sente a necessidade de viver e fazer mais do que o básico e habitual, de lutar por cada segundo de felicidade e alegria aproveitando cada momento com quem se ama, valorizando cada pedaço da história que tem sido escrita.
Nenhum comentário:
Postar um comentário