Postagens populares

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Amizade


É tarde e tudo ao meu redor vai findando como a luz do sol, as folhas das árvores estão fazendo sombra a própria sombra onde o vazio se esconde!


Não sei o motivo mas sinto pedaços de felicidade como gotas de chuva banhando meu corpo e quando o clima de tristeza tenta secar meu corpo e banhar meus olhos, lembro o quanto é bom ter lembranças, olhar para o passado e ter sorrisos pra reviver, fotos amareladas e gravadas em cd´s antigos que aceleram meus batimentos e levemente erguem os cantos dos lábios como um abraço arrebatador de um amigo.

É como fechar os olhos e lembrar da paz de uma tarde qualquer em outro lugar, promessas e planos pro futuro, afetos eternizados em olhares e demonstrações de carinho e só resta pensar...
Como posso ser infeliz? como posso reclamar? se Deus me deu a chance de viver o melhor que a vida tinha a me oferecer naquele momento, então se pode ver que o amor e a felicidade estão presentes mesmo quando se vê sozinha.


Aqueles que amamos estão presentes no lugar mais seguro que temos, nossos corações, onde se eternizam...


sábado, 7 de agosto de 2010

Felicidade!


É difícil não ver o quanto o mundo é subjetivo!

A forma de ver a vida e as pessoas é o que faz toda a diferença entre felicidade e tristeza, união e solidão, liberdade e prisão (prisão vai além da prisão física, é mental, a liberdade deve acontecer primeiro em seu coração e sua mente a física é só a transparência do que se é).

Posso dizer então que as águas claras de Bonito abriram meus olhos pra felicidade, não aquela euforica e momentânea que idealiza a perfeição mas aquela em que se reconhece como perfeito até os defeitos e aceita a condição humana, o finito a partir de então sente a necessidade de viver e fazer mais do que o básico e habitual, de lutar por cada segundo de felicidade e alegria aproveitando cada momento com quem se ama, valorizando cada pedaço da história que tem sido escrita.


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Caminho tortuoso

E quando o céu falar... silêncio!
E o vento determina o tempo, deste lugar!
Fala, foge e canta louca garganta!

E tudo se fechou ao som da chuva que chegara,
então me deixa te dizer:
Que a estrada me leva de volta ao caminho que eu percorri pra achar aqui...

Longe de mim pude ver que o que construí foi pra ver que se controí em mim o partir...